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Sinergia CUT e Dieese participam de debate sobre transição energética com dirigentes dos EUA
Por Sinergia CUT
Nessa terça-feira (25), o Sinergia CUT e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realizaram uma roda de conversa sobre a transição energética e a atuação sindical para intervir nesse processo.
O encontro reuniu dirigentes sindicais brasileiros e estadunidenses do Climate Jobs 2050 Committee (Comitê de Empregos Climáticos 2050), grupo formado majoritariamente por lideranças sindicais e acadêmicos que integram o Climate Jobs National Resource Center (CJNRC ) e foi mediado pela diretora do Dieese Eliana Elias.
Com o objetivo de identificar tecnologias emergentes de energias renováveis numa perspectiva de médio a longo prazo, especialmente no que diz respeito ao seu potencial de redução das emissões de gases de efeito de estufa e geração de empregos de qualidade, o Comitê 2050 veio ao Brasil para uma série de encontros com dirigentes sindicais de diferentes setores envolvidos no debate da transição energética, pesquisadores e associações de produtores de energias renováveis, além de membros do governo federal brasileiro.
A atividade apresentou as experiências e os desafios do movimento sindical brasileiro relacionados à transição energética e seus impactos no mundo do trabalho.
Sindicalistas participaram de mesas para debater óleo e gás, construção civil, manufatura e metalurgia e também eletricidade, com uma troca de iniciativas e realidades para fortalecer a organização sindical e a luta por um processo de transição climática justa e sustentável.
Diretor do Sinergia Gasista, Rafael Magalhães, abordou a situação das indústrias de gás canalizado e da situação da categoria diante da privatização da Comgás e da divisão em várias empresas.
Já o presidente do Sinergia, Carlos Alberto Alves, falou sobre o impacto da privatização das empresas elétricas no emprego, nas condições de trabalho e na qualidade dos serviços prestados à população brasileira, que paga uma tarifa cada vez mais cara. Além disso, ele abordou a luta por uma transição energética justa, com energia renovável e sem emissão de carbono.





