
Cartilha traz ações para empresas no enfrentamento à violência contra mulheres
O Brasil bateu recorde, em 2025, de casos de feminicídio, o assassinato de mulheres por conta do gênero. No ano passado, foram 1.470 casos, entre janeiro e dezembro, diante dos 1.464 registrados em 2024, a maior marca até então.
Os números lamentáveis, porém, podem ser ainda maiores, já que o balanço não inclui os dados de dezembro do estado de São Paulo, que não foram atualizados na base do governo federal.
O crescimento da violência contra a mulher é uma das preocupações do movimento sindical e para tratar do tema, o “Coletivo de Mulheres Sinergia CUT – Marielle Franco” produziu, em 2024, uma cartilha que aborda o enfrentamento a essa forma de opressão.
O material serve como referência para casos como o tratado pelo Sinergia Gasista, que em dezembro do ano passado foi acionado por um gasista demitido por justa causa após cometer assédio moral e sexual contra uma gasista. Na ocasião, o sindicato se recusou a defendê-lo por conta da entidade se posicionar contra a agressão, em qualquer aspecto, às trabalhadoras.
A publicação disponibilizada pelo coletivo traz ações que podem ser adotadas pelas empresas e aponta como os espaços de trabalho devem ser ambientes de educação e conscientização.
O material tipifica os tipos de violência, aborda como a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) deve contribuir com a questão e explica algumas das principais armas em defesa das mulheres presentes na Legislação brasileira.
Clique aqui para ler o material.





