Empresa tem sido negligente com trabalhadores e trabalhadoras 

Com a migração do escritório da Comgás da Rua da Figueira, no Brás, região central de São Paulo, os gasistas do setor operacional têm sofrido com uma insegurança crescente por conta do abandono da companhia ao local.

Enquanto gerentes, consultores e demais trabalhadores e trabalhadoras do administrativo contam com a estrutura adequada no novo prédio, desde o início da realocação promovida pela empresa, há cerca de 30 dias, os casos de furto de cabos e até mesmo objetos do pessoal de emergência, do reparo de rede e técnicos têm sido frequentes. Além de invasões ao local e falta de limpeza.

Mesmo após o relato do Sinergia Gasista sobre o problema, a direção da Comgás segue mais preocupada com os horários e locais de descanso dos trabalhadores e trabalhadoras do que em solucionar o problema, já que a categoria segue sem saber quando a migração será concluída.

Secretário de Administração e Finanças do sindicato, Leandro Ferreira, aponta que uma solução já foi cobrada, mas não houve ainda qualquer manifestação sobre essa reivindicação urgente.

“O que temos visto é um absurdo, o principal patrimônio da Comgás são os gasistas e as gasistas que estão abandonados e vivem numa situação insalubre e de total insegurança. Nós já solicitamos uma reunião com o RH, que tem o compromisso de nos responder, conforme define nosso ACT (Acordo Coletivo de Trabalho), mas até o momento não obtivemos qualquer posição”, criticou.