
Sindicato reúne-se com Ministério do Trabalho e Fundacentro para discutir aposentadoria especial e melhores condições para gasistas
O Sinergia Gasista, em parceria com outras instituições que representam trabalhadores e trabalhadoras do gás, têm atuado para ampliar a segurança e garantir o reconhecimento da categoria em todo o território nacional.
Nessa segunda-feira (16), uma comitiva formada por representantes do sindicato, da Confederação Nacional dos Urbanitários (CNU) e da Federação Interestadual dos Urbanitários do Sudeste (Fruse) encontrou-se com o Ministro do Trabalho, Luiz Marinho.
Em pauta, assuntos como direitos trabalhistas, saúde e segurança, normativas e normas regulamentadoras, que têm sido desrespeitadas com o avanço das privatizações nos estados.
O grupo formado pelo presidente do Sinergia Gasista, Gilson de Souza, pelo secretário-geral do sindicato e da Fruse, Rafael Magalhães, pelo secretário de Administração e Finanças do Sinergia e Secretário de Gás da CNU, Leandro Ferreira, pelo secretário de gás da Fruse, Hipolíto Neto, e pelo dirigente de base do sindicato Rogério de Andrade discutiu ainda a aposentadoria especial.
A reunião ocorreu após um diálogo sobre o tema na última sexta-feira (13) com o presidente da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), Pedro Tourinho de Siqueira.
Debate na Fundacentro – Durante o encontro com Tourinho, gasistas falaram sobre um parecer técnico que possa fundamentar um projeto a ser enviado ao Congresso Nacional para retomar o direito à aposentadoria especial à categoria.
Sempre expostos a riscos, como inflamabilidades e explosões, os e as gasistas já tiveram essa conquista. Mas, a legislação foi modificada e agora possuem apenas acesso ao adicional de periculosidade. Ainda que os riscos não tenham diminuído.
Na ocasião, além de Rafael Magalhães, também esteve presente o presidente da Fruse, Esteliano Neto, assessorados pelo jurídico do sindicato.
Para Rafael, os encontros foram produtivos para fazer avançar a proteção em um segmento que tende a crescer cada vez mais com a preocupação mundial em financiar energias renováveis. Porém, em um processo que ainda não enxerga a manutenção das condições de trabalho como parte da qualificação do setor.
“O e a gasista precisam de reconhecimento de sua carreira, que é tão antiga, mas ainda com pouco registro técnico, de proteção e de normatização. E nossa luta não é somente no âmbito estadual, mas também regional e nacional, daí a importância da Fruse e CNU estarem conosco, já que não tratamos apenas de pautas paulistas”, explicou.





